segunda-feira, 23 de maio de 2011

. . . areia nos olhos . . .


Estamos a assistir a mais umas carradas de areia que cegam nossas vistas, é claro que estou a referir-me ao que as televisões e demais medias vão escrevendo e passando para o comum dos eleitores serem levados mais uma vez ao inevitável que segundo eles é mais merda da mesma merda.

Já faz mais de 3 décadas que andamos a ser espoliados por estes porcos e ladrões do estado, sem qualquer duvida que temos sido nós que os empoleiramos para terem acesso ao pote, dia 5 de Junho de 2011 será em meu entender o dia em que o Povo português deveria dar um sinal de descontentamento com estes porcos, filhos da dita que os deixassem a pensar se de facto há ou não há outras saídas. Porquê voltar a votar na mesma merda se já saboreamos e tem de facto mau sabor, Dêem oportunidade a outros partidos, façamos dos mais pequenos os maiores, está na hora de correr com esta porcaria de escumalha.

Se necessário vamos para a rua e acabemos com estes porcos miseráveis que não tem onde cair mortos e nos estão a arrastar cada dia mais para o fundo, digo mesmo que nos estão a levar para debaixo do fundo.

Do que esperamos mais para agir ????

Foda-se . . . será que somos mesmo uns merdas que merecemos isto ????

terça-feira, 10 de novembro de 2009

burros, fardos de palha e o muro de berlim . . .


. . . será que por cada murro derrubado outros 1000 se ergueram ? para quando o fim do massacre capitalista sobre os povos ?

Além de insígnia militar romana e de pequena estola ornamental dos sacerdotes, o manípulo, era também o punhado de forragem que se punha diante do burro, de forma a que o não pudesse alcançar, para que, ao persegui-lo, o animal carregasse ou puxasse a carga que outrem lhe destinara.

Segundo os dicionários, manipular significa "operar com as mãos, trabalhar demasiado alguma coisa, manuseá-la, manejar as coisas a seu modo ou intrometer-se nas coisas alheias" e, por fim, "intervir com meios hábeis ou, por vezes, astuciosos, na política, na sociedade, no mercado, etc., com frequência para servir interesses próprios ou de terceiros".

Desta forma, etimologicamente, manipulação acaba por ser uma intervenção consciente num dado material com um fim determinado. Neste sentido, diz-se que o oleiro manipula a argila ou que o realizador de cinema ou de televisão manipula as imagens filmadas. Aqui, vamos referir-nos à manipulação dos conteúdos de consciência, das mensagens dos meios de comunicação no seu sentido mais lato. Trata-se de uma intervenção com consequências sociais e, portanto, de um acto político.

É certo que toda a utilização dos media pressupõe sempre uma manipulação. Qualquer processo de produção comunicacional, desde a selecção do meio, à gravação, à mistura e montagem, à realização e distribuição é uma intervenção, uma manipulação do material existente. Aquilo que importa, como assinalava Enzensberger em 1969, após os acontecimentos do "Maio" francês e alemão do ano anterior, não é que os meios e as mensagens da indústria da consciência sejam manipulados ou não, mas sim quem os manipula, em proveito de quem e ao serviço de que interesses.

Neste contexto da submissão das consciências e da formação da opinião, vamos entender por manipulação a orientação da comunicação por uma minoria, com o objectivo da dominação de todos os outros. O primeiro passo para sermos donos das nossas vidas e do nosso futuro é o representado pela identificação dos entraves que, interessadamente, outros nos colocam no caminho para levarem a água ao seu moinho. Por isso convém ter claro o conceito de manipulação e os seus objectivos antes de passarmos à descrição das técnicas utilizadas por essas minorias para conseguirem atingir os seus objectivos.

. . . será que o durrube do muro da miséria, baixos salários e do desemprego vai tardar muito, ou teremos «muristas» sempre a ergue-lo ?

(em breve novo capitulo com o mesmo título)

domingo, 14 de junho de 2009

. . . dalai-merda


Este artigo encontra na integra em: (http://www.bancarios.com.br/blog/?p=249)

«Pequena contribuição para a desmistificação da merda que o dalai anda a pregar»

O dalai-merda passou-se de vez e disse que a China fez do Tibete ”um inferno”.

O ocidente dá ouvidos a essas figuras porque elas lhe são úteis. Parece que elas são oriundas de Xangri-lá, aquele paraíso longínquo nos Himalaias em que todos vivem longas vidas e são felizes. Essa concepção falseada do romance Lost Horizon, escrito pelo britânico James Hilton, virou moda a partir dos anos 1920 e habita a cabeça dos inocentes úteis que ”trabalham” pelo ”Tibete Livre”.

A sociedade ocidental da época vivia o tumulto dos anos do pós-guerra e da quebra da bolsa de Nova York. O romance virou filme e ajudou a colar no imaginário popular a imagem de que os budistas tibetanos seriam seres superiores espiritualmente. Templos humanos de bondade e sabedoria. Além de templos, oceanos de sabedoria, como traduz-se dalai-merda. 

A elite tibetana, cuja testa era composta em sua grande maioria por monges, deixou a região há cinquenta anos, após o retumbante fracasso em tentar conservar seu poder feudal sobre os seres humanos que viviam ali. Sua rebelião foi contra uma reforma democrática e económica acordada anos antes pelo próprio dalai-merda na Assembleia Popular Nacional da China. 

"Rompido o acordo de 1951 pelo décimo quarto dalai-merda e seus adeptos separatistas, o governo central aboliu o regime teocrático, revogou as leis e códigos desiguais, fechou os tribunais e cárceres privados, emancipou os servos e os escravos, cancelou as dívidas que os sufocavam e procedeu à redistribuição gradativa e cuidadosa das terras e dos rebanhos, indemnizando os proprietários que apoiassem a reforma democrática" afirma o jornalista Duarte Pereira. 

Levados em liteiras por servos, esses monges se estabeleceram em Dharamsala, na vizinha Índia, formando uma comunidade separatista que hoje atinge 120 mil ”espíritos encarnados”. 

A reforma abolia as grandes propriedades, abolia a servidão, abolia a escravidão. A reforma deixava livre os 95% de tibetanos que eram regularmente oprimidos e massacrados pela elite dirigida pelo dalai-merda. 

As razões pelas quais os monges se rebelaram e depois saíram correndo do Tibete são simples: perderam seus privilégios e suas propriedades. Não tem nada a ver com ”ocupação” chinesa ou ”liberdades reprimidas”. Os nobres locais viram proibidas suas práticas desumanas de exploração de outros seres humanos de uma hora para a outra. Isso é intolerável para uma classe que sugou o sangue e o tutano dos ossos de escravos e servos por mais de mil anos. 

Os monges e aristocratas tibetanos tocavam o terror, entre um mantra e outro. Os museus da região conservam ainda fotografias e objectos que demonstram como 95% da população era massacrada. Neles podem ser vistos tapetes feitos de peles humanas, que um dia haviam pertencido a servos ou escravos que desobedeceram seus amos. 

Chicoteados, mantidos à beira da morte, os servos não tinham qualquer tipo de direito durante suas existências. Viviam, em média, 35 anos. Aravam a terra acorrentados, tinham a mão direita decepada por seus senhores caso fossem acusados de cometer algum delito. Tribunais? Havia sim, o senhor dos servos era o ‘juiz’, ‘promotor’, ‘advogado’ e ‘testemunha’. 

Já estamos acostumados a ler nos jornais controlados pelos barões da mídia mundial notícias e artigos salpicados de adjectivos rancorosos e venenosos contra a China e sua Região Autónoma do Tibete. 

Na terça-feira (10), o dalai-merda passou-se e disse que a China transformou o Tibete em um ‘inferno’. Vejamos que inferno é este no qual foi transformada a região autónoma, que tem laços indissolúveis com o resto da China desde o século 13. Primeiro é preciso ter noção do ‘paraíso’ sobre a terra que era o Tibete antes da libertação, em 1951. 

Cárceres privados 

O Tibete é parte integrante da China desde o século 13. A revolução, vitoriosa em 1949 no resto do país, chega ao Tibete em 1951. Nesta época, a região era governada por monges e aristocratas e sua economia era feudal. O complexo sistema de castas tibetano deixava pouca liberdade até mesmo para os monges de castas inferiores. 

As leis conformavam a desigual estrutura de poder, dividindo a população em três estratos e nove graus, cada um com direitos e deveres distintos. 

Com 95% da população analfabeta, o Tibete possuía pouco mais de 1,4 milhões de habitantes. Desse total, 90% eram servos e 5% escravos. Toda a terra cultivável estava distribuída entre o governo local (30,9%), aristocratas (29,6%) e monges superiores (39,5%). 

O budismo tibetano consistia na combinação de religião e política, privilégio completo da reduzida casta dominante, opressão da mulher, abuso sexual e psicológico. 

Não havia igualdade jurídica, nem mesmo para as mulheres do estrato dominante. Se um nobre matava um servo ou um escravo, pagava uma indemnização. Mas, para servos e escravos que agredissem um nobre ou furtassem um bem, os códigos previam penas cruéis, como espancamentos brutais, mutilação de mãos ou pés, extracção dos olhos. 

Até entre os monges, a disciplina era mantida à custa de chicotes e surras, como relata o dalai-merda em sua autobiografia. Além de uma prisão pública e precária em Lhasa, havia guardas, tribunais e cárceres privados nos mosteiros e nas grandes propriedades. 

Os monges da camada superior e os nobres mais influentes monopolizavam os direitos políticos. O dalai-merda encabeçava o governo desde meados do século 18. Os demais cargos eram repartidos entre lamas e nobres leigos. A Seita Amarela, do dalai-merda, era privilegiada em relação às demais seitas e o budismo tibetano, em relação às demais religiões. 

Era assim o Xangri-lá gerido pelo dalai-merda. ”É espantoso que se invoquem os ‘direitos humanos’ para defender esse regime opressivo e cruel, em que a maioria da população, formada por servos e escravos, não gozava de liberdade pessoal, nem dispunha de qualquer direito político” diz Duarte Pereira, um jornalista especialista em Ásia. 

Vida digna 

Depois da libertação, com a saída de seus algozes da China, os tibetanos puderam, pela primeira vez na história, viver dignamente. 
A população da região, que era de 1,41 milhão de habitantes, atingiu 2,81 milhões até final do ano passado, isto é, duas vezes em relação a 1951. As estatísticas indicam que actualmente a população da etnia tibetana ocupa mais de 92% na população total, e a expectativa média da população passou de 35,5 anos em 1951 para 67 anos, na actualidade. 

A elevação do nível de vida e visível melhora das condições de tratamento médico contribuíram para o aumento da população no Tibete, elevando o nível de garantia de saúde dos agricultores e pastores tibetanos.

Cultura protegida 

O governo chinês intensificou, a partir dos anos 1970, a protecção das culturas tradicionais tibetanas. O intercâmbio cultural entre diferentes etnias vem aumentando e a cultura tibetana está sendo difundida pelo mundo.

A China investiu 700 milhões de iuanes (US$ 91,38 milhões) na protecção do acervo cultural do Tibete e classificou quinze itens, como a ópera tibetana e o festival Xuedun, na lista de patrimónios imateriais nacionais. 

A crença religiosa é completamente respeitada no Tibete. Em total, há 5.700 lugares que oferecem actividades rituais do budismo tibetano. 

Economia florescente 

Em termos económicos, o ‘inferno’ vivido pelo Tibete mantém a economia da região fortemente aquecida. O produto interno bruto (PIB) da região foi de US$ 3,72 bilhões em 2006, uma alta de 13,2% em relação ao ano anterior, enquanto o PIB per capita excedeu US$ 1.282. 

”O aumento bateu o recorde da década de 1990. O ano de 2006 foi o sexto ano consecutivo de crescimento económico acima 12%”, disse Qingba Puncog, o tibetano que preside a região autónoma, citando os números na sessão anual da longínqua 10ª Assembleia Popular Nacional (APN), realizada em 2007.

A renda per capita da zona urbana aumentou para US$ 1.145, um aumento de 6,2%, enquanto a da zona rural subiu um recorde de 13,1% para US$ 301. 

A receita de imposto dos sectores não públicos cresceu 41%, para US$ 125 milhões no ano passado, representando 58% da receita total do imposto, a primeira vez que os sectores não públicos contribuem mais que os sectores públicos. 

Além disso, a ferrovia Qinghai-Tibet, inaugurada em Julho de 2007, aproximou a região das outras partes da China, e a reabertura da fronteira comercial, o Passo Nathu La, entre a China e a Índia, impulsionaram o desenvolvimento do Tibete. 

Em busca da educação total 

O Ministério de Educação da China informou que as escolas de todos os níveis no Tibete possuem mais de 530 mil estudantes inscritos. A percentagem de tibetanos em idade escolar atingiu 96,5%. 

Segundo as estatísticas, a taxa de analfabetismo entre os adolescentes e adultos no Tibete caiu dos 70%, observados em 1990, para os 10% actuais. Hoje os infernais tibetanos até conseguem ler os livros que o ghost-writer do dalai-merda escreve. 

Actos terroristas em Lhasa 

Em 14 de Março de 2008, terroristas (seria assim que a mídia ocidental trataria os bandidos caso os fatos tivessem ocorrido em Madrid, por exemplo) tocaram o terror em Lhasa, a capital da região. Puseram fogo em edifícios públicos, escolas, um hospital e dezenas de prédios comerciais no centro da cidade. 

As imagens gravadas pela emissora de TV pública da China mostraram pessoas mascaradas e monges depredando lojas comerciais, atacando e ferindo com gravidade um motociclista e até corpos carbonizados de vítimas da fúria dos terroristas (manifestantes, para nossa mídia ocidental). Mais de 30 pessoas foram assassinadas pelos terroristas. 

Quem tocou o terror, de novo, foi a turma do dalai-merda, o encarnado que quer reencarnar sem desencarnar.

Diga-se de passagem que o dalai-merda ‘prega’ a não-violência. 

Até quando vamos deixar que só nos digam o que querem ???

quinta-feira, 11 de junho de 2009

domingo, 7 de junho de 2009

. . . os barretes do barreto !



Quem não se lembra do antónio barreto, ainda bem, ex. ministro da agricultura e pescas nos anos 76/78 em que tudo fez para desmantelar cooperativas agrícolas e dar forte machadada na reforma agrária que contribuía para a riqueza deste paupérrimo país, o que de alguma forma contribuiu para que hoje ainda tenhamos parte do país cultivado foi a tenaz acção dos agricultores enfrentando as diabruras deste menino palerma da altura e que continua palerma ainda hoje.

Pausa para rir . . . . . . . .

Vem a propósito esta prosa porque ouvi no rescaldo das eleições para o parlamento europeu este palerma comentar que o grande derrotado era o partido comunista português, será que este menino palerma do ps que acabou por perder uma quantidade enorme de votos e até alguns eurodeputados vai dizer que o mentiSócratiz ganhou ????

Nova pausa para rir . . . . . . . 

Será que a palermice não terá cura com uns valentes supositórios, estava aqui tentado a recomendar-lhos de 3 em 3 minutos nos próximos anos da sua vida, ora vejamos, o ps sofre uma derrota nem sequer esperada, perde milhares de votos e deputados, o pcp mais o pev (CDU) mantém seus deputados e soma e segue com mais uns milhares de votos e nas contas do palerma menino barretinho, quem ganha sofre uma estrondosa derrota.

Ainda estou a rir da última pausa . . . . . . 

Deixa-te de barretes ó palerma barreto, sei que apesar de se terem já passado mais de 30 anos, ainda não esqueces-te que o povo português te lançou na merda, porque eras um ministro de merda e foste corrido antes de acabar o mandato, aprende a reconhecer o mérito de quem luta por uma vida melhor e por uma sociedade mais justa, toma cuidado porque se juntarem as esquerdas, Bloco e PC o ps já vai ficando para terceira força politica e ainda acabas a dizer que ser terceiro é maior que primeiro, isso só mesmo na matemática onde 3 valem mais que 1.

. . . tóninho, enfia o barrete desta derrota e prepara-te para as outras que se aproximam, 3 meses passam depressa e cá voltarei para te enfiar o barrete ó barreto.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

ESIRC


ESIRC


Vem a propósito a designada esirc que em meu entender faz umas décadas, senão bem já mais de meio século que nos acompanha nas agruras do dia a dia, da semana a semana e nos meses a meses, para não escrever aqui nos últimos 50 anos.


Sem dúvida que alguns de vocês ou vocêsas estarão a pensar que esta coisa da ESIRC possa ser mais algum partido ou movimento candidato aos fundos chorudos para entrar na corrida dos fazedores de crises visto que este ano é propicio a tais aventuras. 


Nada disso, apeteceu-me mesmo divagar com a crise e chamar-lhe esirc, quem não se lembra dos anos sessenta as dificuldades que o povo português passou pela crise devido á politica desastrosa de nossa veia colonizadora (nossa salvo seja) e que estávamos no auge de uma guerra injusta contra povos livres e independentes, se bem com uma cor diferente, mas sempre com um sangue e suar da cor dos nossos.


Quem não se lembra das crises dos anos setenta quando este humilde povo, em boa hora se lembrou de apanhar o descontentamento das forças armadas e tomar as ruas como sendo nossas e passarmos uma das páginas mais negras da nossa vida que era a ditadura fascista de salazar e caetano antes de 25 de Abril de 1974, esta merda do corrector automático do Office está a tentar escrever salazar e caetano com letra grande, é mesmo estúpido o Office, então não se lembra que os terroristas e fascistas se escrevem sempre com letra pequena.


Entrados nos anos oitenta, novamente a esirc não dava tréguas, se para nossos males já bastavam as políticas de direita dos governos socialistas, ainda tivemos de gramar com algumas aliançazitas com os anti-democratas sociais e os impopulares centristas, parecia que a esirc tinha vindo mesmo para ficar, nossos cintos e eu sinto muito, já não tinham mais furos para apertar, estávamos completamente apertados e esmagados pela ganância do capitalismo, não venham dizer que há capitalismo assim, capitalismo assado, frito ou cozido, todo o capitalismo é-o e não deixa uma miga-lha para que possamos sobreviver com dignidade.


Anos noventa, fim de milénio, chegou-se a pensar que era desta que a esirc se ia embora, tão tolos estávamos, a esirc só acabou mesmo para aqueles que partiram desta para melhor (ou pior, quem sabe) a esperança como é sempre a ultima a morrer, e alguns de nós ainda estávamos vivos, sempre esperamos que com o fim das chamadas ditaduras de leste, era desta que o planeta se iria endireitar e todos os seus habitantes teriam direito a uma vida justa e com dignidade, mais um erro de cálculo, enquanto não banirmos de vez com este tipo de sociedade e com as maiorias absolutas de quem nos governa, jamais teremos direitos de sermos felizes porque ninguém nos quer governar, querem sim é ao abrigo da esirc governarem-se connosco.


Viragem do milénio, ventos de esperança, novamente somos uns palermas uns frouxos e uns ignorantes controlados, houve quem acreditasse que era desta, estúpidos, nunca se esqueçam de enquanto existir alguém a usufruir de nossa produção de riqueza jamais quererão abdicar de ter estes escravos a encher seus bolsos, reparem nas noticias preocupantes, o banco tal, a empresa tal, a organização tal, pobre coitados, estou cheio de pena deles, hoje os milhões de lucros baixaram 10%, 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90%, uma pequena pausa, estou a chorar com pena deles, os milhões de lucro baixaram, mas continuam a receber milhões que somos nós que lhes metemos nos bolsos . . .

Será que somos um país de invisuais ?


Será que vamos continuar a aturar estes camelos que jamais nos retirarão da esirc ?


Será que precisamos de voltar novamente a dividir uma sardinha para 6 membros da mesma família e comermos umas batatas cozidas para entender que está na altura de lhes dizer BASTA !

Que grande merda de povo saímos nós afinal . . . 


segunda-feira, 1 de junho de 2009

Europa



. . .porque não sou independente!

E sempre repetimos: há outro caminho para Portugal e para o povo português, que passa pela defesa e valorização do trabalho e dos trabalhadores, pela defesa do nosso sector produtivo, pelo aumento da produção e do emprego com direitos, pelo apoio aos micro e pequenos empresários e a quem trabalha a terra, pela promoção dos serviços públicos, por uma melhor partilha e redistribuição da riqueza, pelo aumento do poder de compra de reformados e pensionistas e pelo combate ao desemprego.

Outro caminho que é possível e necessário, defendendo a soberania e os interesses nacionais, base essencial para o desenvolvimento e progresso social do País, como sempre defendemos no Parlamento Europeu, onde levámos as lutas e aspirações do povo. 

Por isso, exigimos o fim do Pacto de Estabilidade e da obsessão pelo défice orçamental, o fim dos paraísos fiscais e das orientações monetaristas do BCE, pugnámos por outra política económica e monetária, para promover políticas de criação de emprego com direitos, combater o desemprego e a precariedade laboral.

Por isso, exigimos a valorização do trabalho, o aumento dos salários, das pensões e reformas e votámos contra todas as directivas de liberalização e privatização dos serviços. É que lá se fazem e cá se pagam.

Por isso, precisamos de ter mais votos e mais deputados no Parlamento Europeu, para continuar a luta contra estas políticas que os deputados do PS, PSD e CDS lá votam e aqui aplicam ou aplicaram, contra os interesses dos trabalhadores, do povo e do País.

Por isso, vamos votar em quem não abdica de defender os interesses nacionais nem submete os seus interesses às forças dominantes em Bruxelas, vamos votar na CDU, a alternativa de que Portugal e a Europa necessitam.a 

Comentário de Ilda Figueiredo (deputada e candidata ao parlamento europeo), que eu assino.