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quinta-feira, 11 de junho de 2009
domingo, 7 de junho de 2009
. . . os barretes do barreto !
Quem não se lembra do antónio barreto, ainda bem, ex. ministro da agricultura e pescas nos anos 76/78 em que tudo fez para desmantelar cooperativas agrícolas e dar forte machadada na reforma agrária que contribuía para a riqueza deste paupérrimo país, o que de alguma forma contribuiu para que hoje ainda tenhamos parte do país cultivado foi a tenaz acção dos agricultores enfrentando as diabruras deste menino palerma da altura e que continua palerma ainda hoje.
Pausa para rir . . . . . . . .
Vem a propósito esta prosa porque ouvi no rescaldo das eleições para o parlamento europeu este palerma comentar que o grande derrotado era o partido comunista português, será que este menino palerma do ps que acabou por perder uma quantidade enorme de votos e até alguns eurodeputados vai dizer que o mentiSócratiz ganhou ????
Nova pausa para rir . . . . . . .
Será que a palermice não terá cura com uns valentes supositórios, estava aqui tentado a recomendar-lhos de 3 em 3 minutos nos próximos anos da sua vida, ora vejamos, o ps sofre uma derrota nem sequer esperada, perde milhares de votos e deputados, o pcp mais o pev (CDU) mantém seus deputados e soma e segue com mais uns milhares de votos e nas contas do palerma menino barretinho, quem ganha sofre uma estrondosa derrota.
Ainda estou a rir da última pausa . . . . . .
Deixa-te de barretes ó palerma barreto, sei que apesar de se terem já passado mais de 30 anos, ainda não esqueces-te que o povo português te lançou na merda, porque eras um ministro de merda e foste corrido antes de acabar o mandato, aprende a reconhecer o mérito de quem luta por uma vida melhor e por uma sociedade mais justa, toma cuidado porque se juntarem as esquerdas, Bloco e PC o ps já vai ficando para terceira força politica e ainda acabas a dizer que ser terceiro é maior que primeiro, isso só mesmo na matemática onde 3 valem mais que 1.
. . . tóninho, enfia o barrete desta derrota e prepara-te para as outras que se aproximam, 3 meses passam depressa e cá voltarei para te enfiar o barrete ó barreto.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
ESIRC

ESIRC
Vem a propósito a designada esirc que em meu entender faz umas décadas, senão bem já mais de meio século que nos acompanha nas agruras do dia a dia, da semana a semana e nos meses a meses, para não escrever aqui nos últimos 50 anos.
Sem dúvida que alguns de vocês ou vocêsas estarão a pensar que esta coisa da ESIRC possa ser mais algum partido ou movimento candidato aos fundos chorudos para entrar na corrida dos fazedores de crises visto que este ano é propicio a tais aventuras.
Nada disso, apeteceu-me mesmo divagar com a crise e chamar-lhe esirc, quem não se lembra dos anos sessenta as dificuldades que o povo português passou pela crise devido á politica desastrosa de nossa veia colonizadora (nossa salvo seja) e que estávamos no auge de uma guerra injusta contra povos livres e independentes, se bem com uma cor diferente, mas sempre com um sangue e suar da cor dos nossos.
Quem não se lembra das crises dos anos setenta quando este humilde povo, em boa hora se lembrou de apanhar o descontentamento das forças armadas e tomar as ruas como sendo nossas e passarmos uma das páginas mais negras da nossa vida que era a ditadura fascista de salazar e caetano antes de 25 de Abril de 1974, esta merda do corrector automático do Office está a tentar escrever salazar e caetano com letra grande, é mesmo estúpido o Office, então não se lembra que os terroristas e fascistas se escrevem sempre com letra pequena.
Entrados nos anos oitenta, novamente a esirc não dava tréguas, se para nossos males já bastavam as políticas de direita dos governos socialistas, ainda tivemos de gramar com algumas aliançazitas com os anti-democratas sociais e os impopulares centristas, parecia que a esirc tinha vindo mesmo para ficar, nossos cintos e eu sinto muito, já não tinham mais furos para apertar, estávamos completamente apertados e esmagados pela ganância do capitalismo, não venham dizer que há capitalismo assim, capitalismo assado, frito ou cozido, todo o capitalismo é-o e não deixa uma miga-lha para que possamos sobreviver com dignidade.
Anos noventa, fim de milénio, chegou-se a pensar que era desta que a esirc se ia embora, tão tolos estávamos, a esirc só acabou mesmo para aqueles que partiram desta para melhor (ou pior, quem sabe) a esperança como é sempre a ultima a morrer, e alguns de nós ainda estávamos vivos, sempre esperamos que com o fim das chamadas ditaduras de leste, era desta que o planeta se iria endireitar e todos os seus habitantes teriam direito a uma vida justa e com dignidade, mais um erro de cálculo, enquanto não banirmos de vez com este tipo de sociedade e com as maiorias absolutas de quem nos governa, jamais teremos direitos de sermos felizes porque ninguém nos quer governar, querem sim é ao abrigo da esirc governarem-se connosco.
Viragem do milénio, ventos de esperança, novamente somos uns palermas uns frouxos e uns ignorantes controlados, houve quem acreditasse que era desta, estúpidos, nunca se esqueçam de enquanto existir alguém a usufruir de nossa produção de riqueza jamais quererão abdicar de ter estes escravos a encher seus bolsos, reparem nas noticias preocupantes, o banco tal, a empresa tal, a organização tal, pobre coitados, estou cheio de pena deles, hoje os milhões de lucros baixaram 10%, 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90%, uma pequena pausa, estou a chorar com pena deles, os milhões de lucro baixaram, mas continuam a receber milhões que somos nós que lhes metemos nos bolsos . . .
Será que somos um país de invisuais ?
Será que vamos continuar a aturar estes camelos que jamais nos retirarão da esirc ?
Será que precisamos de voltar novamente a dividir uma sardinha para 6 membros da mesma família e comermos umas batatas cozidas para entender que está na altura de lhes dizer BASTA !
Que grande merda de povo saímos nós afinal . . .
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Europa

. . .porque não sou independente!
E sempre repetimos: há outro caminho para Portugal e para o povo português, que passa pela defesa e valorização do trabalho e dos trabalhadores, pela defesa do nosso sector produtivo, pelo aumento da produção e do emprego com direitos, pelo apoio aos micro e pequenos empresários e a quem trabalha a terra, pela promoção dos serviços públicos, por uma melhor partilha e redistribuição da riqueza, pelo aumento do poder de compra de reformados e pensionistas e pelo combate ao desemprego.
Outro caminho que é possível e necessário, defendendo a soberania e os interesses nacionais, base essencial para o desenvolvimento e progresso social do País, como sempre defendemos no Parlamento Europeu, onde levámos as lutas e aspirações do povo.
Por isso, exigimos o fim do Pacto de Estabilidade e da obsessão pelo défice orçamental, o fim dos paraísos fiscais e das orientações monetaristas do BCE, pugnámos por outra política económica e monetária, para promover políticas de criação de emprego com direitos, combater o desemprego e a precariedade laboral.
Por isso, exigimos a valorização do trabalho, o aumento dos salários, das pensões e reformas e votámos contra todas as directivas de liberalização e privatização dos serviços. É que lá se fazem e cá se pagam.
Por isso, precisamos de ter mais votos e mais deputados no Parlamento Europeu, para continuar a luta contra estas políticas que os deputados do PS, PSD e CDS lá votam e aqui aplicam ou aplicaram, contra os interesses dos trabalhadores, do povo e do País.
Por isso, vamos votar em quem não abdica de defender os interesses nacionais nem submete os seus interesses às forças dominantes em Bruxelas, vamos votar na CDU, a alternativa de que Portugal e a Europa necessitam.a
Comentário de Ilda Figueiredo (deputada e candidata ao parlamento europeo), que eu assino.
domingo, 31 de maio de 2009
Poeta Castrado, Não !

Poeta Castrado, Não!
Serei tudo o que disserem
por inveja ou negação:
cabeçudo dromedário
fogueira de exibição
teorema corolário
poema de mão em mão
lãzudo publicitário
malabarista cabrão.
Serei tudo o que disserem:
Poeta castrado não!
Os que entendem como eu
as linhas com que me escrevo
reconhecem o que é meu
em tudo quanto lhes devo:
ternura como já disse
sempre que faço um poema;
saudade que se partisse
me alagaria de pena;
e também uma alegria
uma coragem serena
em renegar a poesia
quando ela nos envenena.
Os que entendem como eu
a força que tem um verso
reconhecem o que é seu
quando lhes mostro o reverso:
Da fome já não se fala
é tão vulgar que nos cansa
mas que dizer de uma bala
num esqueleto de criança?
Do frio não reza a história
a morte é branda e letal
mas que dizer da memória
de uma bomba de napalm?
E o resto que pode ser
o poema dia a dia?
Um bisturi a crescer
nas coxas de uma judia;
um filho que vai nascer
parido por asfixia?!
Ah não me venham dizer
que é fonética a poesia!
Serei tudo o que disserem
por temor ou negação:
Demagogo mau profeta
falso médico ladrão
prostituta proxeneta
espoleta televisão.
Serei tudo o que disserem:
Poeta castrado não!
José Carlos Ary dos Santos
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Balmaz ou Balmázio

Balmaz ou Balmázio
Possui dois nomes, daí muitas vezes, a cultura popular dizer: (estás a virar o bico ao prego).
Na verdade, trata-se de um prego de cabeça redonda, empregue frequentemente em indústrias várias, mas não estou a ver nem a ouvir, os carpinteiros a chegarem á drogaria e pedirem: dê-me 5 quilos de balmázes se faz o favor.
Na nossa indústria política, temos muitos balmázes, mas de cabeça quadrada, enferrujados, já tortos e com uma tola do tamanho do bico do balmaz, vamos lá saber porquê?
É claro que não tenho em meu blogue a estrela da edite, para nos poder esclarecer melhor sobre os balmázios, no entanto adorei saber que os nossos pregos, que ao longo dos anos se chamaram de balmázes, tinham assim uma designação técnica tão evoluída.
Não virem o bico ao prego e continuem a assistir a ás minhas deambulações sobre as palavras portuguesas, antes do acordo ortográfico, como se dirá, balmaz no novo acordo?
Até prá semana
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
. . . Esperança !

Teerão colocou em órbita o seu primeiro satélite de fabrico iraniano. Mas a tecnologia que permitiu lançar o “Esperança” para o espaço provoca uma nova dor de cabeça para os líderes ocidentais, será que os líderes ocidentais ainda têm cabeça, depois da morte da sua querida sociedade capitalista que a todos nós, têm colocado na órbita da miséria?
A tecnologia balística que possibilitou realizar o lançamento, também pode ser utilizada para fins militares. Espero bem que sim, já é tempo dos ocidentais, começarem a pensar com suas próprias cabeças e compreendam de que tudo o que é mau para os líderizitos, pode muito bem ser bom para nós.
É tempo de acabar com a hegemonia e o imperialismo colonizador norte americano no nosso tão mal tratado planeta.
Manouchehr Mottaki
"A diferença entre o nosso país e os outros que têm essa capacidade é que acreditamos que a ciência pertence a toda a humanidade", "Algumas pessoas acreditam que as tecnologias avançadas pertencem somente a alguns países".
Digo:
