domingo, 31 de maio de 2009

Poeta Castrado, Não !


  Poeta Castrado, Não!

  Serei tudo o que disserem
  por inveja ou negação:
  cabeçudo dromedário
  fogueira de exibição
  teorema corolário
  poema de mão em mão
  lãzudo publicitário
  malabarista cabrão.
  Serei tudo o que disserem:
  Poeta castrado não!

  Os que entendem como eu
  as linhas com que me escrevo
  reconhecem o que é meu
  em tudo quanto lhes devo:
  ternura como já disse
  sempre que faço um poema;
  saudade que se partisse
  me alagaria de pena;
  e também uma alegria
  uma coragem serena
  em renegar a poesia
  quando ela nos envenena.

  Os que entendem como eu
  a força que tem um verso
  reconhecem o que é seu
  quando lhes mostro o reverso:

  Da fome já não se fala
  é tão vulgar que nos cansa
  mas que dizer de uma bala
  num esqueleto de criança?

  Do frio não reza a história
  a morte é branda e letal
  mas que dizer da memória
  de uma bomba de napalm?

  E o resto que pode ser
  o poema dia a dia?
 Um bisturi a crescer
  nas coxas de uma judia;
  um filho que vai nascer
  parido por asfixia?!
 Ah não me venham dizer
  que é fonética a poesia!

  Serei tudo o que disserem
  por temor ou negação:
  Demagogo mau profeta
  falso médico ladrão
  prostituta proxeneta
  espoleta televisão.
  Serei tudo o que disserem:
  Poeta castrado não!

  José Carlos Ary dos Santos

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Balmaz ou Balmázio


Balmaz ou Balmázio

Possui dois nomes, daí muitas vezes, a cultura popular dizer: (estás a virar o bico ao prego).

Na verdade, trata-se de um prego de cabeça redonda, empregue frequentemente em indústrias várias, mas não estou a ver nem a ouvir, os carpinteiros a chegarem á drogaria e pedirem: dê-me 5 quilos de balmázes se faz o favor.

Na nossa indústria política, temos muitos balmázes, mas de cabeça quadrada, enferrujados, já tortos e com uma tola do tamanho do bico do balmaz, vamos lá saber porquê?

É claro que não tenho em meu blogue a estrela da edite, para nos poder esclarecer melhor sobre os balmázios, no entanto adorei saber que os nossos pregos, que ao longo dos anos se chamaram de balmázes, tinham assim uma designação técnica tão evoluída.

Não virem o bico ao prego e continuem a assistir a ás minhas deambulações sobre as palavras portuguesas, antes do acordo ortográfico, como se dirá, balmaz no novo acordo?

Penso sinceramente, né, que seja balmádjê. Será ????

Até prá semana

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

. . . Esperança !


Teerão colocou em órbita o seu primeiro satélite de fabrico iraniano. Mas a tecnologia que permitiu lançar o “Esperança” para o espaço provoca uma nova dor de cabeça para os líderes ocidentais, será que os líderes ocidentais ainda têm cabeça, depois da morte da sua querida sociedade capitalista que a todos nós, têm colocado na órbita da miséria? 

A tecnologia balística que possibilitou realizar o lançamento, também pode ser utilizada para fins militares. Espero bem que sim, já é tempo dos ocidentais, começarem a pensar com suas próprias cabeças e compreendam de que tudo o que é mau para os líderizitos, pode muito bem ser bom para nós. 

É tempo de acabar com a hegemonia e o imperialismo colonizador norte americano no nosso tão mal tratado planeta.

Manouchehr Mottaki

Disse:

"A diferença entre o nosso país e os outros que têm essa capacidade é que acreditamos que a ciência pertence a toda a humanidade", "Algumas pessoas acreditam que as tecnologias avançadas pertencem somente a alguns países".

Digo:

Palavras sábias de Esperança.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Deáazê . . .


Deáazê . . .

Será uma forma de «desanonimarmos» algumas palavras do dicionário português, muitas das vezes por de traz delas, se obscurecem figuras ditas da espécime humana, mas … faltam-lhes com certeza alguns genomas em seu ADN.

Desanonimando a palavra «anónimo», sem género definido, tanto se aplica á fêmea como ao macho, por aqui, já é ambígua na sua ambivalência.

No entanto, diz o dicionário de sinónimos que pode ser o desconhecido/a, é mentira, não há anónimos desconhecidos, só há anónimos cobardes, não são desconhecidos, escondem-se.

Também diz o ilustre dicionário de sinónimos que pode ser obscuro, aqui já estou mais de acordo, mais escuro que o preto, só mesmo o anónimo.

Com esta rubrica, que vai passar a ser semanal, aqui se convida todos/as os/as não anónimos/as a parafrasearem de suas interpretações ortográficas. Sendo a primeira letra a Deáazê a letra A, não deixo de referir que Animal e Animala, também começam por á, sem querer ofender os asnos, refiro nesta desanonimada escrita que Azurrar não significa qualquer anónimo burro se expressando, estes zurram e todos os entendemos, com isto só quero que não olvidem jamais a sua opinião, sobre as palavras que usamos, como as usamos e as que ainda não usamos mas, daqui poderemos sempre criar bramidos diferentes.

Até prá semana

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

. . . FreeSócratiz


O Afonso

Nasceu provavelmente em 1109, filho do Henrique de Borgonha e da Teresa, filha bastarda de Afonso VI de Leão e de outros animais selvagens da época. Não sabemos bem onde nasceu o Afonso.

Após a morte do conde D. Henrique, o governo ficou nas mãos da  Teresa. O Afonso tinha então três anos. Já pensava nesta altura bater na mãe, moral da história, violência familiar remonta ao princípio do século II.

Revelando grande ambição, a Teresa passou a usar o título de rainha. O seu objectivo era mesmo ser rainha não só do Condado Portucalense mas também da Galiza. Pensava o Afonso, estás mesmo a pedi-las, não digas que não me provocas-te e agora armas-te em vítima.

Os nobres portucalenses, porém, não concordaram com esta política e trataram de apoiar O Afonso. E, em 24 de Junho de 1128, nos campos de S. Mamede (arredores de Guimarães), o seu exército obtém uma grande vitória sobre a Teresa. A partir daí, o jovem príncipe Afonso, passa a governar o condado. Claro, deu umas valentes pazadas na mãe e só escapou a avó porque ninguém sabia quem era.

Em 1139, após a importante vitória sobre os Mouros, em Ourique, começa a utilizar o título de rei. Mas esse título só lhe seria reconhecido pelo seu primo, Afonso VII, em 1143, na Conferência de Zamora. Estas coisas dos primos condicionarem as nossas vidas já vêm de traz.

O Afonso  lança-se então no alargamento da fronteira sul de Portugal. Em 1147, conquista aos Mouros duas importantes cidades da linha do Tejo: Santarém e Lisboa. Beja (1162) e Évora (1165) foram as últimas grandes conquistas do primeiro rei português. Esteve ainda programada a conquista de Boliqueime, mas após negociações com familiares do então nosso presidente Aníbal, ficou adiado até próximas eleições que vieram a acontecer, cerca de 811 anos depois.

Casou, em 1146, com a Mafalda de Sabóia de quem teve sete filhos, entre os quais D. Sancho, seu sucessor. Morreu a 6 de Dezembro de 1185. Aqui, tambem se fartou de bater na pobre Mafalda, deu-lhe sete . . . 

Toda esta história, para se deduzir, que a policia judiciária portuguesa, não tarda nada, vá começar a investigar o caso, da suposta familiaridade do Afonso e o actual Presidente da Republica Portuguesa, muito provavelmente ainda iremos ver o Presidente sentado no banco dos réus a defender-se da violência familiar, perpetrada pelo seu parente, não sabemos em que grau, Afonso Henriques. Violência doméstica é crime, julguemos o Anibal pelo que seu antecessor fez, já !

Investigação desenvolvida por nosso colaborador cientifico de fontes não confirmadas:Mrs. Freeport Import, com o qual ninguém se importa

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Barack Hussein Obama II



Barack Hussein Obama II, nasceu em 4 de agosto de 1961, filho de Barack Obama, um economista Queniano, nascido em Nyang’oma Kogelo, distrito de Siaya, Quénia e de Ann Dunham.


Barack Hussein Obama II, membro da minoria democrata no período entre 2005 e 2007, ajudou a criar leis para controlar o uso de armas de fogo e para promover maior controlo público sobre o uso de recursos federais, como quem diz, tentou evitar mais alguns roubos. Neste período, fez viagens oficiais para o Leste Europeu, o Médio Oriente e África. Na actual legislatura, contribuiu para a adopção de leis que tratam de fraude eleitoral, pois… já estamos habituados que na ditadura eua, normalmente governa-se quem perde, da actuação de lobistas, mudança climática e terrorismo nuclear. Visitou a parte civilizada do planeta.


Parece que foi eleito presidente de um insignificante país, cerca de 1/5 da CHINA, país que tem semeado guerra, terror e crises em muitos outros países deste planeta terra, nas últimas notícias ainda não se soube nada das tentativas de assassínio que o Sr. Hussein Obama II tem estado exposto, como também é uma regra naquele país terrorista, onde parece que foi eleito.


O tempo é um bom conselheiro, vamos esperar Sr. Hussein!


…. Já agora! Repararam quantos camelos estavam na foto com o Hussein Obama II e seus amigos Quenianos? 


terça-feira, 20 de janeiro de 2009

. . . falo de congresso !



Imagens capturadas por nosso enviado paparazi FreeLancer especial on


Nada mais apropriado para o cds/pp do que fazer seu congreçozito nas Caldas da Rainha, foi um correr a levar lembranças pelos congressistas que até admirou.

Não admira que o cds/pp na falta de ideias novas, sim novas, dum partido de velhos nunca podem nascer ideias novas . . . sei do que falo porque as ideias foram apresentadas nas Caldas . . . será por imposição do chefe do partido, as más línguas dizem que sim . . . vamos lá saber quem fala verdade.

Para o partido que é, já tem tempo de antena a mais em meu blogue muito acima da sua representação nacional, mas achei engraçado fazerem o congrecito nas caldas, mesmo a condizer com a linha ideológica . . . 

Com as ideias que o cds/pp apresenta ao país, um dia ainda os vamos ver a congreçar numa estrebaria…