domingo, 14 de junho de 2009

. . . dalai-merda


Este artigo encontra na integra em: (http://www.bancarios.com.br/blog/?p=249)

«Pequena contribuição para a desmistificação da merda que o dalai anda a pregar»

O dalai-merda passou-se de vez e disse que a China fez do Tibete ”um inferno”.

O ocidente dá ouvidos a essas figuras porque elas lhe são úteis. Parece que elas são oriundas de Xangri-lá, aquele paraíso longínquo nos Himalaias em que todos vivem longas vidas e são felizes. Essa concepção falseada do romance Lost Horizon, escrito pelo britânico James Hilton, virou moda a partir dos anos 1920 e habita a cabeça dos inocentes úteis que ”trabalham” pelo ”Tibete Livre”.

A sociedade ocidental da época vivia o tumulto dos anos do pós-guerra e da quebra da bolsa de Nova York. O romance virou filme e ajudou a colar no imaginário popular a imagem de que os budistas tibetanos seriam seres superiores espiritualmente. Templos humanos de bondade e sabedoria. Além de templos, oceanos de sabedoria, como traduz-se dalai-merda. 

A elite tibetana, cuja testa era composta em sua grande maioria por monges, deixou a região há cinquenta anos, após o retumbante fracasso em tentar conservar seu poder feudal sobre os seres humanos que viviam ali. Sua rebelião foi contra uma reforma democrática e económica acordada anos antes pelo próprio dalai-merda na Assembleia Popular Nacional da China. 

"Rompido o acordo de 1951 pelo décimo quarto dalai-merda e seus adeptos separatistas, o governo central aboliu o regime teocrático, revogou as leis e códigos desiguais, fechou os tribunais e cárceres privados, emancipou os servos e os escravos, cancelou as dívidas que os sufocavam e procedeu à redistribuição gradativa e cuidadosa das terras e dos rebanhos, indemnizando os proprietários que apoiassem a reforma democrática" afirma o jornalista Duarte Pereira. 

Levados em liteiras por servos, esses monges se estabeleceram em Dharamsala, na vizinha Índia, formando uma comunidade separatista que hoje atinge 120 mil ”espíritos encarnados”. 

A reforma abolia as grandes propriedades, abolia a servidão, abolia a escravidão. A reforma deixava livre os 95% de tibetanos que eram regularmente oprimidos e massacrados pela elite dirigida pelo dalai-merda. 

As razões pelas quais os monges se rebelaram e depois saíram correndo do Tibete são simples: perderam seus privilégios e suas propriedades. Não tem nada a ver com ”ocupação” chinesa ou ”liberdades reprimidas”. Os nobres locais viram proibidas suas práticas desumanas de exploração de outros seres humanos de uma hora para a outra. Isso é intolerável para uma classe que sugou o sangue e o tutano dos ossos de escravos e servos por mais de mil anos. 

Os monges e aristocratas tibetanos tocavam o terror, entre um mantra e outro. Os museus da região conservam ainda fotografias e objectos que demonstram como 95% da população era massacrada. Neles podem ser vistos tapetes feitos de peles humanas, que um dia haviam pertencido a servos ou escravos que desobedeceram seus amos. 

Chicoteados, mantidos à beira da morte, os servos não tinham qualquer tipo de direito durante suas existências. Viviam, em média, 35 anos. Aravam a terra acorrentados, tinham a mão direita decepada por seus senhores caso fossem acusados de cometer algum delito. Tribunais? Havia sim, o senhor dos servos era o ‘juiz’, ‘promotor’, ‘advogado’ e ‘testemunha’. 

Já estamos acostumados a ler nos jornais controlados pelos barões da mídia mundial notícias e artigos salpicados de adjectivos rancorosos e venenosos contra a China e sua Região Autónoma do Tibete. 

Na terça-feira (10), o dalai-merda passou-se e disse que a China transformou o Tibete em um ‘inferno’. Vejamos que inferno é este no qual foi transformada a região autónoma, que tem laços indissolúveis com o resto da China desde o século 13. Primeiro é preciso ter noção do ‘paraíso’ sobre a terra que era o Tibete antes da libertação, em 1951. 

Cárceres privados 

O Tibete é parte integrante da China desde o século 13. A revolução, vitoriosa em 1949 no resto do país, chega ao Tibete em 1951. Nesta época, a região era governada por monges e aristocratas e sua economia era feudal. O complexo sistema de castas tibetano deixava pouca liberdade até mesmo para os monges de castas inferiores. 

As leis conformavam a desigual estrutura de poder, dividindo a população em três estratos e nove graus, cada um com direitos e deveres distintos. 

Com 95% da população analfabeta, o Tibete possuía pouco mais de 1,4 milhões de habitantes. Desse total, 90% eram servos e 5% escravos. Toda a terra cultivável estava distribuída entre o governo local (30,9%), aristocratas (29,6%) e monges superiores (39,5%). 

O budismo tibetano consistia na combinação de religião e política, privilégio completo da reduzida casta dominante, opressão da mulher, abuso sexual e psicológico. 

Não havia igualdade jurídica, nem mesmo para as mulheres do estrato dominante. Se um nobre matava um servo ou um escravo, pagava uma indemnização. Mas, para servos e escravos que agredissem um nobre ou furtassem um bem, os códigos previam penas cruéis, como espancamentos brutais, mutilação de mãos ou pés, extracção dos olhos. 

Até entre os monges, a disciplina era mantida à custa de chicotes e surras, como relata o dalai-merda em sua autobiografia. Além de uma prisão pública e precária em Lhasa, havia guardas, tribunais e cárceres privados nos mosteiros e nas grandes propriedades. 

Os monges da camada superior e os nobres mais influentes monopolizavam os direitos políticos. O dalai-merda encabeçava o governo desde meados do século 18. Os demais cargos eram repartidos entre lamas e nobres leigos. A Seita Amarela, do dalai-merda, era privilegiada em relação às demais seitas e o budismo tibetano, em relação às demais religiões. 

Era assim o Xangri-lá gerido pelo dalai-merda. ”É espantoso que se invoquem os ‘direitos humanos’ para defender esse regime opressivo e cruel, em que a maioria da população, formada por servos e escravos, não gozava de liberdade pessoal, nem dispunha de qualquer direito político” diz Duarte Pereira, um jornalista especialista em Ásia. 

Vida digna 

Depois da libertação, com a saída de seus algozes da China, os tibetanos puderam, pela primeira vez na história, viver dignamente. 
A população da região, que era de 1,41 milhão de habitantes, atingiu 2,81 milhões até final do ano passado, isto é, duas vezes em relação a 1951. As estatísticas indicam que actualmente a população da etnia tibetana ocupa mais de 92% na população total, e a expectativa média da população passou de 35,5 anos em 1951 para 67 anos, na actualidade. 

A elevação do nível de vida e visível melhora das condições de tratamento médico contribuíram para o aumento da população no Tibete, elevando o nível de garantia de saúde dos agricultores e pastores tibetanos.

Cultura protegida 

O governo chinês intensificou, a partir dos anos 1970, a protecção das culturas tradicionais tibetanas. O intercâmbio cultural entre diferentes etnias vem aumentando e a cultura tibetana está sendo difundida pelo mundo.

A China investiu 700 milhões de iuanes (US$ 91,38 milhões) na protecção do acervo cultural do Tibete e classificou quinze itens, como a ópera tibetana e o festival Xuedun, na lista de patrimónios imateriais nacionais. 

A crença religiosa é completamente respeitada no Tibete. Em total, há 5.700 lugares que oferecem actividades rituais do budismo tibetano. 

Economia florescente 

Em termos económicos, o ‘inferno’ vivido pelo Tibete mantém a economia da região fortemente aquecida. O produto interno bruto (PIB) da região foi de US$ 3,72 bilhões em 2006, uma alta de 13,2% em relação ao ano anterior, enquanto o PIB per capita excedeu US$ 1.282. 

”O aumento bateu o recorde da década de 1990. O ano de 2006 foi o sexto ano consecutivo de crescimento económico acima 12%”, disse Qingba Puncog, o tibetano que preside a região autónoma, citando os números na sessão anual da longínqua 10ª Assembleia Popular Nacional (APN), realizada em 2007.

A renda per capita da zona urbana aumentou para US$ 1.145, um aumento de 6,2%, enquanto a da zona rural subiu um recorde de 13,1% para US$ 301. 

A receita de imposto dos sectores não públicos cresceu 41%, para US$ 125 milhões no ano passado, representando 58% da receita total do imposto, a primeira vez que os sectores não públicos contribuem mais que os sectores públicos. 

Além disso, a ferrovia Qinghai-Tibet, inaugurada em Julho de 2007, aproximou a região das outras partes da China, e a reabertura da fronteira comercial, o Passo Nathu La, entre a China e a Índia, impulsionaram o desenvolvimento do Tibete. 

Em busca da educação total 

O Ministério de Educação da China informou que as escolas de todos os níveis no Tibete possuem mais de 530 mil estudantes inscritos. A percentagem de tibetanos em idade escolar atingiu 96,5%. 

Segundo as estatísticas, a taxa de analfabetismo entre os adolescentes e adultos no Tibete caiu dos 70%, observados em 1990, para os 10% actuais. Hoje os infernais tibetanos até conseguem ler os livros que o ghost-writer do dalai-merda escreve. 

Actos terroristas em Lhasa 

Em 14 de Março de 2008, terroristas (seria assim que a mídia ocidental trataria os bandidos caso os fatos tivessem ocorrido em Madrid, por exemplo) tocaram o terror em Lhasa, a capital da região. Puseram fogo em edifícios públicos, escolas, um hospital e dezenas de prédios comerciais no centro da cidade. 

As imagens gravadas pela emissora de TV pública da China mostraram pessoas mascaradas e monges depredando lojas comerciais, atacando e ferindo com gravidade um motociclista e até corpos carbonizados de vítimas da fúria dos terroristas (manifestantes, para nossa mídia ocidental). Mais de 30 pessoas foram assassinadas pelos terroristas. 

Quem tocou o terror, de novo, foi a turma do dalai-merda, o encarnado que quer reencarnar sem desencarnar.

Diga-se de passagem que o dalai-merda ‘prega’ a não-violência. 

Até quando vamos deixar que só nos digam o que querem ???

Sem comentários:

Publicar um comentário